domingo, 23 de janeiro de 2011


Estou ao pé do mar, sozinha.

Foi há muito tempo que deste mesmo sítio eu te vi partir.

E qualquer coisa que eu faça, que eu cheire, que eu saboreie, que toque, que eu oiça, leva-me sempre ao momento da despedida.

Agora vou esperar por ti aqui. Vou esperar que uma onda, que uma brisa, que algo ou alguém te traga para junto de mim, espero apenas que a espera não seja eterna.